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A ABTI realizou na tarde de quarta-feira, (7/2), uma reunião virtual com associados para esclarecer dúvidas sobre os processos do recinto alfandegado de Dionísio Cerqueira/SC. Além disso, foram apresentadas propostas que estão sendo articuladas para tentar contornar os gargalos na fronteira, bem como as impressões coletadas após a visita técnica da Associação ao local no início da semana. O objetivo foi garantir uma compreensão mais ampla da situação e promover a colaboração para encontrar soluções eficazes para os desafios enfrentados.

No início do encontro, a Vice-presidente Executiva da ABTI fez uma breve apresentação do novo Porto Seco de Dionísio, administrado pela concessionário Multilog. Lembrou então que apesar de buscar abarcar uma capacidade similar à de outros PSRs da concessionária, o projeto em Dionísio Cerqueira ainda deve passar por uma ampliação da estrutura, que só deve ocorrer nos próximos anos, além de ser preciso levar em conta as configurações próprias do local, que passam inevitavelmente por um processo de aprimoramento e adaptação.

As dificuldades enfrentadas desde início de janeiro estão sendo originadas por várias situações adversas, dentre eles, causadas pelo aumento do fluxo por conta da obrigatoriedade, a operação padrão de fiscais do MAPA, a quantidade de conferencias físicas de 100% da carga, a limitação no horário de atendimento, entre outros. Na reunião, a Vice-presidente Executiva divulgou uma das propostas articuladas para desafogar o local.

Como atualmente o pátio de importação está sendo maioritariamente ocupado por cargas que dependem de anuência de outros órgãos, passarão a ser reservadas até 40 vagas gerais no pátio para agilizar a liberação dos produtos que não necessitam dessa anuência. Esta opção foi apresentada e acordada durante reunião realizada pela Receita Federal de Dionísio Cerqueira na manhã de quarta-feira que contou com a presença da AFIP e dos operadores locais. A ABTI foi a única entidade do setor privado que se fez presente no encontro e apoiou a proposta, que foi em seguida aprovada pelos transportadores presentes.

Quanto a uma das maiores causas de preocupação, as condições do pré-pátio privado, chamado de "Quintana", que chega a abrigar entorno de 350 caminhões no lado argentino que aguardam ingresso no recinto alfandegado brasileiro. Segundo a Vice-presidente Executiva, o aumento de vagas previsto pela Multilog só adiaríamos por uns dias a lotação do local, pois o fluxo também aumentaria. O essencial é que o setor trabalhe em prol da eficiência dos processos para que os caminhões efetivamente circulem, evitando custos logísticos adicionais gerados por tempos ociosos.

Foi lembrado ainda, que para ajudar a contornar a falta de informação em processos específicos até a necessidade de transporte e locais para aquisição de alimentos ou refeições por parte dos motoristas, a ABTI produziu um documento com dicas coletas durante a visita técnica à Dionísio.

O documento pode ser acessado clicando aqui.

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