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Os auditores-fiscais da Receita Federal aceitaram a proposta feita pelo governo federal em atendimento aos pleitos da categoria e deram fim à greve, que já durava 81 dias, no final da tarde de quinta-feira (8). Esta paralisação foi a última de uma série de ações de mobilização iniciadas ainda em 2022. Os auditores-fiscais reivindicavam a concretização do acordo de pagamento de bônus por produtividade, firmado com o governo ainda em 2016.

Segundo o comunicado do Sindifisco Nacional, a categoria vai manter o "estado de mobilização" até a assinatura do decreto que sela o acordo, marcado para ocorrer em até 15 dias úteis. A ABTI, sempre se posicionando a favor de uma rápida resolução das tratativas entre o sindicato e o Governo, celebra o fim da greve, porém faz ressalvas sobre a recorrência deste tipo de paralisações.

Como dito acima, há um alerta latente porque o estado de mobilização não chega ao fim, e a reivindicação que foi recrudescida periodicamente ao longo dos dois últimos anos, poderá tomar novamente graves proporções e afetar o fluxo das cargas.

Neste cenário, é crucial questionarmos: qual a relevância das necessidades da população? Embora seja legítimo qualquer movimento em defesa dos interesses de uma classe, não há espaço para morosidade nas negociações quando seu impacto lesa a sociedade e a economia do país.

Os transportadores ainda não deixarão de enfrentar as consequências negativas de outra mobilização de servidores públicos, uma vez que os auditores fiscais federais agropecuários do Ministério da Agricultura (MAPA) também estão realizando operação-padrão como forma de pressionar o Governo pela reestruturação da carreira.

Falta transparência e divulgação, contudo, nas demandas da categoria, que, além de reajuste salarial, solicita a realização de concurso público, mesmo que o novo Concurso Público Nacional Unificado já tenha previsão de acontecer.

Surpreende que em uma era digital de comunicação instantânea, em que os avanços tecnológicos contribuem para dar celeridade e qualidade aos mais variados serviços públicos, ainda persistam impasses prolongados e seja difícil ver avanços nas negociações entre o Governo e os servidores públicos.

A Vice-presidente Executiva da ABTI lembra que, no âmbito do transporte rodoviário internacional de cargas, a situação da fronteira de Dionísio Cerqueira tem sido um claro exemplo das consequências negativas disto. Apesar do pátio de estacionamento não consegue abrigar a grande quantidade de veículos que tem recebido, um dos fatores que complexificou a fluidez e movimentação foi a operação padrão dos fiscais do MAPA que é, junto com os órgãos aduaneiros, o principal anuente no local. Neste ínterim, operadores sofrem perdas e os motoristas são obrigados a enfrentar tempos longos de espera em locais inadequados para aguardar o cruze.

O setor privado, mais uma vez, deverá resistir em um ambiente hostil gerado por mobilizações e majorado pela lentidão na capacidade de resolução de conflitos do setor público.

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