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Os transportadores representantes de todos os modais comemoraram o lançamento do programa Conecta e acreditam que ele trará as inovações que o setor precisa. A iniciativa da CNT (Confederação Nacional do Transporte) foi criada para apoiar o desenvolvimento de startups que oferecem soluções inteligentes para desafios do setor de transporte e logística. O programa é realizado em parceria com o BMG UpTech e tem inscrições abertas até o dia 15 de maio.

Para Francisco Cardoso, presidente da ABTI (Associação Brasileira de Transportadores Internacionais), a proposta da CNT vem no tempo certo. "Alguns empresários ainda não conseguiram entender o momento de transformação. A gente sempre acha que a disrupção nunca vai acontecer com a gente, que está longe, mas temos um inimigo invisível de fora. Quem não inovar vai ficar para trás", alerta.

Cardoso explica que o modal rodoviário de cargas carece de mudanças substanciais, como a chegada de aplicativos móveis e plataformas de frete que reduzam a ociosidade dos caminhões, que varia entre 30% e 40%, segundo ele. "Com essas tecnologias, as empresas podem compartilhar seus ativos tornando produtivas tanto a jornada do motorista quanto a utilização do seu equipamento". Para ele, o diferencial do Conecta é executar grandes ideias dos empreendedores, dando a eles mentoria e investimentos para acelerar seus negócios.

Dimas Barreira, conselheiro da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), acredita que existe uma grande diferença de postura entre quem age e quem quer que o mundo fique como era no passado. No setor rodoviário de passageiros, por exemplo, ele fala sobre a necessidade de soluções que flexibilizem a execução dos serviços. "A tecnologia vai garantir manutenção com mais facilidade e também vai permitir atender demandas de maneira mais objetiva", observa. Outra possibilidade, de acordo com ele, é a interação com os usuários por meio dos smartphones. "A tecnologia já está transformando o setor e vai modificar ainda mais a maneira que a gente oferece o serviço. Precisamos estar preparados para isso", ressalta.

De acordo com o presidente da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), Joubert Flores, as soluções tecnológicas são o futuro da mobilidade urbana. Ele explica que, geralmente, os usuários de metrô têm disposição de caminhar entre 500 m e 700 m para chegar ao terminal. Mas, quando, a distância é maior que isso, eles acabam ficando desestimulados. "Os aplicativos propostos pelo Conecta podem criar maneiras de integrar dois modais, fazendo com que o passageiro ganhe desconto num táxi até a chegada no metrô, por exemplo. Eles podem facilitar essa integração gerando economia de tempo e de dinheiro", argumenta.

Já para o presidente da Fetramaz (Federação das Empresas de Logística, Transporte e Agenciamento de Cargas da Amazônia), Irani Bertolini, o programa é uma solução para o setor porque investir em inovação é essencial para o momento. "O transporte é feijão com arroz há 50, 100 anos. Precisamos inovar. Eu vejo a roda redonda há 60 anos, mas alguém precisa inventar uma nova forma de fazer ela rodar". Para ele, o setor aquaviário precisa de tecnologias que melhorem a qualidade e a maneira de operar as embarcações. Outra demanda é uma comunicação online mais efetiva. "Evoluímos muito pouco e carecemos urgentemente de transformações", pondera.

Eduardo Sanovicz, presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), ressalta que o setor aéreo tem como um dos seus pilares a inovação e o estímulo às novas ideias. Por isso, a associação sempre atua junto a iniciativas que fomentem tais princípios, como o Fórum de Inovação da CNT. "O Conecta é uma iniciativa muito relevante, já que permitirá a entrada de novos atores no mercado e soluções inovadoras para desafios nas áreas de transporte e logística. Além de trazer benefícios para o presente, buscar ideias para a modernização do setor é de grande importância para onde queremos estar nos próximos anos."

Maiores informações sobre o Conecta acesse: http://conecta.cnt.org.br/.

Fonte: CNT

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Operando DU-E

Para operar DU-E é necessário estar habilitado no sistema SISCOMEX Trânsito, não sendo preciso que o funcionário do transportador solicite perfil especifico para utilizar as funcionalidades disponíveis no Portal único Siscomex, basta possuir certificado digital e constar como representante do transportador no cadastro Siscomex.

Para acesso ao sistema, recomenda-se a utilização do Google Chrome (a partir da versão 40), Mozilla Firefox (a partir da versão 36) ou o Microsoft Internet Explorer (a partir da versão 11). Para uma melhor visualização e operação, recomenda-se a utilização de resolução de tela igual ou maior que 1280 x 800 pixels.

Nesta etapa de desenvolvimento do sistema apenas empresas brasileiras de transporte rodoviário internacional que estejam cadastradas no Siscomex Trânsito podem realizar a manifestação.

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Na última quarta-feira 9, na cidade Brasília, empresários e convidados se reuniram para prestigiar a cerimônia de entrega da Medalha de Mérito do Transporte, distinção conferida pelo Conselho Superior da NTC&Logística para homenagear pessoas físicas e jurídicas que tenham se destacado por sua atuação no setor de transporte rodoviário de cargas (TRC). Na ocasião se fez presente a senadora Ana Amélia Lemos, o Presidente da ABTI Francisco Cardoso e demais autoridades.

Este ano, Afrânio Kieling, presidente do SETCERGS, estava entre os oito homenageados da noite, quando recebeu sua medalha das mãos de José Hélio Fernandes e Urubatan Helou, presidente e vice-presidente da NTC&Logística, respectivamente.

Nascido na cidade catarinense de Tangará, Kieling está em seu segundo mandato como presidente do SETCERGS – biênios 2015/2016 e 2017/2018. Recentemente, assumiu a presidência da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Estado do Rio Grande do Sul (FETRANSUL), além de ser conselheiro fiscal da Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga (ABTC) e do Conselho Regional do Rio Grande do Sul (CRRS) do SEST SENAT.

Atuando no TRC há mais de 40 anos, o empresário iniciou suas atividades no transporte de cargas e encomendas na extinta Auto Viação São Cristóvão, em Porto Alegre. No final da década de 70, abriu sua própria empresa na cidade de São Paulo, dirigindo pessoalmente seu caminhão em suas primeiras viagens entre São Paulo e a capital gaúcha.

 

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